23 novembro, 2010

agora mesmo

um travo de café que se engole interruptamente, férvolo, sentindo a língua a queimar; delicioso. o acender do cigarro, consumindo o seu fumo, ficando cada vez mais envolvida, mais viciada, mais descançada; necessário.
quando o coração bombeia música, quando danço e exorciso todos os males do meu corpo.



1 comentário:

daniela disse...

digo-te precisamente o mesmo. há gente e gente, umas que se destancam entre outras, já as restantes.. essas nem vale a pena falarmos porque não prestam. por vezes juramos dos nossos amigos, os melhores, os que nunca nos vão desiludir, aqueles em quem depositamos toda a nossa confiança e no fim de tudo? digo por experiencia própria que por vezes os nossos verdadeiros amigos não são aqueles com quem nos deparamos todos os dias e nos ajudam num dia e no outro já estão a dizer mal de nós pelas costas. às vezes e é mesmo, os nossos melhores e verdadeiros amigos, são aqueles que estão lá nos bons e maus momentos, na alegria e na tristeza e por muita distância que haja, nunca nos deixam sós.
que querida, vou seguir o teu, adorei.