10 março, 2011


elas a tentarem fazer uma coisa deste tipo:

mas, pelo jeitinho e dedicação, ficou uma coisa deste tipo:


tenho saudades de ter as minhas cabras e os meus cabrões todos juntos, a fazer merda, a roubar carrinhos do LIDL para ir ás compras ao INTERMACHE.
(pois, e não devolvam o carrinho que não é preciso..)

09 março, 2011

confusão

não, não vou escrever mais um dos meus textos, este é mesmo verídico, sentido e para ti. não é uma história hipotética sobre a qual traço uns rabiscos e escrevo umas linhas, esta história és tu, sou eu, é o que tenho para te dizer.
sei lá que merda é esta, estou super confusa. sei que gosto de te ter comigo, sei que os teus olhos me dizem  tudo e é quase impossível resistir quando olho para ti. as dúvidas acabam assim que te tenho perto de mim, depois só tenho a certeza que é contigo que devia estar.. parece que tudo pára e nem o futuro nem o passado se metem no meio.
lembro-me de como tudo tudo começou, lembro-me de mal de te conhecer e já sentia alguma coisa, não são coisas que se expliquem - sentem-se. não me apetece estar com mais ninguém, apeteces-me tu e apeteces-me muito, apetece-me aquilo que não vou ter, como sempre.
admito, tenho ciúmes parvos sem nexo nenhum porque tu já não me pertences e não tenho direito de sequer pensar estas coisas estúpidas (ainda por cima logo eu, parece mesmo hipocrisia).
gosto de te encontrar nos sonhos - é uma das únicas maneiras de te ter perto e mim, seja quando for. gosto quando te lembras de mim de que maneira for, ou quando dizes que também tens saudades minhas.
sim, tinha tanta coisa para te dizer, tanta coisa que podíamos fazer. pode ser que sim, um dia destes não preciso de esperar mais, um dia destes vens ter comigo. estou farta das mensagens que depois se perdem, das palavras que não se dizem e das vezes que nem me respondes.
saudades? pois, como tu dizes devem ser só saudades ou mais uma das minhas pitices.. hoje apeteceu-me escrever para ti e exclusivamente para ti.


08 março, 2011

FELIZ DIA DAS MULHERES PARA TODAS, MENINAS!

(especialmente para as mulheres da minha vida*)

é tudo um ponto de vista. por: filipa

é para avacalhar


Tédio. férias (fins-de-semana prolongados a que o ministério da educação chama de férias para produzir um efeito placebo nos educandos, fazendo-os acreditar que se trata realmente do belo do descanço merecido) de carnaval e ainda não fiz nada de "jeito". tédio, tédio, tédio.
pareço uma morcega, os dias inteiros em casa (pq com esta chuvinha linda, apetece mesmo pôr o cu fora do quentinho) e á noite saiu - já devo ter engordado uns 300 kilos, whatever.
esta noite vai ser só merda com as minhas meninas; tenho andado imensamente bem comportada.. hoje não, decerteza. vá, a desculpa: é a despidada das férias.


07 março, 2011

irracionalmente dado

dás-me a tua, eu entrego-te a minha, numa troca inocente e inconsequente, sem pensar, sem nada complicar, vamos trocar de almas. dissipam-se pelo caminho, perdem-se e encontram obstáculos, mas é assim, essa pura e desejada troca, onde tudo se dá, tudo se recebe.
mudanças, transformações, quando damos o nosso mundo não são aceites devoluções.

06 março, 2011

05 março, 2011

é tudo um ponto de vista. por: filipa

doença que me cura.
entras em mim - o corpo estremece; a alma tem em si uma felicidade exacerbada e ela dura e dura..
feridas ao sol com o tempo secam, deixando a marca, queimando a dor.
minhas feridas só conhecem tempestades; as lágrimas chovem, os gritos criam vendavais. as cicatrizes não se formam, as chagas sujeitam-se ao desgaste das saudades, ás mal-feitorias que o tempo trás.. e á poeira dos dias que as vão cobrindo e disfarçando. a doença não se cura, a doença vai durando..

02 março, 2011


promete.

"Recordar é viver, recorda-me e viverás. Esquece-me quando eu te esquecer e nunca me esquecerás."

01 março, 2011

é tudo um ponto de vista. por: filipa

segue os teus caminhos

seis da tarde e tenho frio.
a falta que sinto de ti aumenta no mesmo ritmo que o pôr-do-sol cresce, o calor se vai e o frio vai chegando. a noite trás destas coisas, trás-te a ti.
não sei á quanto tempo não te vejo nem te toco. não te sinto há tantos dias quantas as estrelas que consigo ver.
estrelas, são as tatuagens no céu, no pano de fundo de todas as nossas histórias, marcas das memórias que passaram, das que podíamos ter tido.
sete da tarde, continuo com frio, continuo sem ti, continuo a rabiscar nesta folha arrancada, reescrita e desenhada mil vezes, tantas quantas me lembrei de ti.